2 de janeiro de 2013

KOSICE SE PREPARA PARA SER CAPITAL EUROPÉIA DA CULTURA EM 2013 - Silke Bartlick


Cidade eslovaca de longa tradição multicultural e rico passado foi esquecida nas últimas décadas. Košice quer aproveitar benefícios financeiros da nomeação para polir sua imagem e revitalizar vida cultural.

Os hóspedes do hotel Golden Royal têm que usar a porta de trás. A rua e a calçada diante da entrada do prédio desapareceram, a área se transformou em um grande canteiro de obras, cheia de veículos pesados de construção, cabos, tubos e montes de cascalho.

Košice, a "pequena cidade grande" no leste da Eslováquia, está passando por uma recauchutagem. O fato de ser Capital Europeia da Cultura em 2013 lhe proporciona gordas verbas: só da União Europeia vão chegar 60 milhões de euros.

Novas ruas, praças e parques serão construídos; está planejada uma série de projetos, desde pequenos e descentralizados até gigantescos e ambiciosos – como a transformação de um quartel desativado em centro cultural e de um ginásio de esportes aquáticos em centro de arte multifuncional.

Quase ninguém acredita que as obras ficarão prontas a tempo. "Não tem o menor problema", minimiza Jan Sudzina, diretor da sociedade responsável pela preparação dos projetos. Afinal, em 2013 não vai ser realizado um festival, mas iniciada a transformação, a longo prazo, da pós-socialista Košice numa cidade moderna. Em outras palavras: ela aproveitará a ocasião e suas vantagens – como o aumento do fluxo financeiro e da atenção internacional – para se reinventar.

Centro antigo de Košice impressiona por beleza das construções históricas
Grandes planos

Se tudo correr como planejado, a cidade deverá florescer no futuro próximo, tornando-se uma plataforma de colaboração criativa entre empresas e artistas do leste da Eslováquia. O lugar se tornará um centro de produção artística difícil de ser ignorado. Hoje, ele ainda está longe disso: mesmo o acesso é complicado.

De trem, ônibus ou carro, o tempo de viagem é longo: cerca de 500 quilômetros separam Košice de Varsóvia e mais de mil quilômetros, de Berlim. De Bruxelas, são 1.550 quilômetros. Só há voos diretos para Viena, Bratislava e Praga. "Nosso principal aeroporto é em Budapeste, na Hungria, que fica a três horas de trem", lamenta Iveta Ninayova, do Visit Košice, o departamento de turismo local.

Košice já foi uma cidade próspera e rica, como fica patente na imponente catedral gótica de Santa Elisabete, no teatro histórico do final do século 19, e em todas as magníficas construções do centro antigo, que sobreviveram ilesas a duas guerras mundiais. Sua ascensão foi possibilitada pela localização numa rota de comércio e devido a colonos alemães, que influenciaram decisivamente "Kaschau", como chamavam a cidade.

Durante séculos, Košice foi uma das maiores e mais importantes cidades do reino húngaro. A vida intelectual florescia, e o caminho até a modernidade foi trilhado sem problemas. No século 19, surgiram diversas novas fábricas e manufaturas. Os empresários locais faziam boa fortuna, a qual gostavam de ostentar em prédios representativos no estilo da Gründerzeit.

Obras vão tornar antigo centro aquático em moderno polo artístico e cultural
Decadência

Em dezembro de 1918, com o fim da monarquia dos Habsburgos na Áustria-Hungria, Kaschau passou para a Tchecoslováquia. Entre 1938 a 1945, voltou a pertencer à Hungria, e em 1945 retornou para a Tchecoslováquia. Em fevereiro de 1948, o Partido Comunista assumiu o governo do país. A industrialização passou a ser fortemente incentivada em Košice. Com o estabelecimento da empresa Siderúrgica da Eslováquia Oriental, a importância econômica da cidade cresceu de novo, e novos conjuntos habitacionais de perfil socialista foram construídos.

Então, caiu a Cortina de Ferro. Em janeiro de 1993, a Tchecoslováquia foi dividida nos estados independentes República Tcheca e Eslováquia. Desde então, a capital da Eslováquia é Bratislava, localizada perto da fronteira austríaca, uma cidade que cresce e praticamente não tem desemprego. E a bela, multicultural e histórica Košice foi deixada de lado.

A siderúrgica foi vendida, empregos cortados. A cidade, com cerca de 240 mil habitantes, tem hoje uma taxa de desemprego de quase 30% e sofre com o êxodo da população jovem e criativa. Além dos eslovacos, ela é lar de tchecos, húngaros, ucranianos, ciganos e alemães.

Cidade de 240 mil habitantes tem taxa de desemprego de quase 30%
Sob o signo da esperança

E agora vem a grande oportunidade para a cidade mudar sua imagem, de centro industrial para centro criativo. Áreas públicas serão revitalizadas, e a população será mais integrada. O Ano Cultural 2013 adentrará os bairros e se espalhará pelos arredores da cidade. Ele penetrará a história de Košice, revelando tesouros reprimidos ou proibidos, como o escritor Sándor Márai, reverenciado em muitos países, mas desconhecido em sua própria cidade natal.

E, claro, espera-se receber muitos turistas, que poderão provar a típica cozinha eslovaca, rusticamente saborosa. O centro antigo, com seus vários cafés, convida a um passeio. Há grande variedade de acomodações, de albergues para estudantes a confortáveis hotéis internacionais.

A agente turística Iveta Ninayova anuncia que, a partir de 2013, haverá ônibus de excursão partindo de Cracóvia e Budapeste. E talvez até lá já existam voos diretos do Reino Unido e da Alemanha. Por via das dúvidas, os visitantes devem levar calçados resistentes: ninguém sabe ao certo quando as muitas obras vão estar prontas, e os buracos nas calçadas podem ser numerosos.

Extraído do sítio Deutsche Welle

1 de janeiro de 2013

ESTÁTUA DE HITLER EM VARSÓVIA CRIA POLÊMICA - Gianni Carta

‘Ele’ (2001) em mostra em Färgfabriken, Estocolmo, Suécia. Cera, cabelo humano, terno, resina de poliéster. Foto: Paolo Pellion di Persano

Através de um buraco em um portão de madeira na rua Prozna, no centro da capital, é difícil identificar o pequeno homem de costas, talvez um menino. Ele está ajoelhado e reza.

Ele, o titulo da obra do artista italiano Maurizio Cattelan colocada no antigo gueto da capital polonesa, é Hitler.

Na infância todos os seres humanos foram “tenros, inocentes e indefesos”, argumenta Fabio Cavallucci, diretor do Centro de Arte Contemporânea, responsável pela instalação.

É incrível, mas o rabino chefe da Polônia, Michael Shudrich, acredita que a estátua de Cattelan levanta questões morais.

Já o Simon Wiesenthal Center, organização mundial que promove direitos humanos e a luta contra o antissemitismo, é mais realista. Em um comunicado sobre Ele emitido pelo SWC lê-se: “Trata-se de uma provocação sem sentido e a insultar a memória dos judeus que foram vítimas dos nazistas”.

Ainda segundo o SWC, a única “oração” de Hitler visava “eliminar (judeus) da face da Terra”.

De fato, é importante ressaltar que não se sabe a quem a estátua do líder nazista dirige sua oração.

Cavallucci afirma que “não há intenção por parte do artista ou do centro em insultar a memória judaica”. No entanto, é exatamente isso que Cavallucci e Cattelan fazem ao organizar no gueto da capital a mostra Amem, uma retrospectiva a explorar a vida, a morte, o bem e o mal no Castelo Ujazdowski (a estátua é a única obra ao ar livre).

No gueto de Varsóvia milhares de judeus viveram em condições desumanas antes de serem deportados para campos de concentração.

Lamentável nesse contexto é o fato de, em busca da fama, Cattelan ter polemizado sobre um tema tão delicado.

Extraído do sítio CartaCapital

2012: UM ANO CHEIO DE ARTE PARA OS CARIOCAS - Pedro Rocha

O Rio de Janeiro recebeu arte em todos os estilos no ano de 2012. Teatro, feiras, festas literárias, exposições e homenagens a personalidades foram as pedidas culturais que o carioca pôde aproveitar.

O ano de 2012 foi de dois recifenses importantes para a história cultural do Brasil. Em 23 de agosto de 2012, comemorou-se o centenário do jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, o “anjo pornográfico”. A data foi celebrada com dezenas de peças de teatro, leitura de textos, exposições, entre outras homenagens ao longo do ano.

No Dia Nacional do Forró, em 13 de dezembro, foi também a data dos 100 anos do nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Shows e mostras marcaram os festejos daquele que seria um dos maiores responsáveis por levar a cultura nordestina ao restante do país.

Neste ano ocorreu também a 52ª edição da Feira da Providência, que homenageou o Rio de Janeiro, pelo seu título de Patrimônio Cultural da Humanidade e eventos que a cidade receberá nos próximos anos, como a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio 2013, Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016.

A Feira da Providência, que este ano homenageou o Rio, já faz parte do calendário oficial da cidade
Importantes feiras, festas e eventos aconteceram em 2012. Festival Rio das Ostras Blues & Jazz, Anima Mundi, a 1ª edição da Feira Internacional de Arte Moderna e Contemporânea do Rio de Janeiro (ArtRio), a 7ª edição Brasil Rural Contemporâneo 2012, a 10ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), o Festival Villa-Lobos, a 1ª edição da Festa Literária Internacional das Upps, (Flupp), a 9ª edição Festa Internacional de Teatro de Angra (FITA), foram alguns dos importantes eventos culturais deste ano, que atraíram grande público."

Teatro e exposições

Quanto às exposições, destacaram-se Gil70, que reuniu obras de vários gêneros sobre Gilberto Gil, no Centro Cultural Correios e agora viaja pelo Brasil, Viva Elis, exposição multimídia itinerante que apresenta a carreira da célebre cantora e o grande sucesso deImpressionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Museu d’Orsay, com peças de Monet, Van Gogh, Renoir, Cézanne, Toulosse-Lautrec. Estas duas últimas estiveram no Centro Cultural Banco do Brasil ao longo de 2012.

"O Tocador de Pífaro", de Édouard Manet, uma das obras que pode ser encontrada na exposição "Impressionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Museu d’Orsay"
Édipo Rei, A casa dos budas ditosos, Alô, Dolly!, Esta Criança, Barco de papel, A Oréstia, O homem travesseiro, Em nome do jogo, A partilha, Cabaret, Xanadu, Decote, Quase Normal, Todo mundo tem problemas sexuais, Comédia em pé, A menina e o vento , Gonzagão – A lenda, Amor e ódio em sonata e Dorian, estão entre os espetáculos teatrais de maior relevância neste ano. A campanha Teatro para todos promoveu 58 peças com preços populares, com o propósito de ajudar na melhoria ao acesso ao teatro e de fomento à produção teatral na cidade.

Extraído do sítio Jornal do Brasil

ESTRUTURA DO UNIVERSO É SIMILAR AO CÉREBRO HUMANO E INTERNET, APONTA ESTUDO - Belinda McCallum

A dinâmica de crescimento da estrutura do universo, em larga escala, se assemelha à de outras redes complexas (Maksim Shebeko/Photos.com)

O universo pode se desenvolver de forma similar a leis, ainda desconhecidas, que controlam o crescimento de outras redes complexas, tais como o cérebro humano e a internet.

Usando um supercomputador e outros cálculos, uma equipe internacional de pesquisa descobriu que a casual rede que representa o tempo-espaço é um gráfico que se parece com outros sistemas, tais como redes biológicas e sociais.

“Mas não significa que nós alegamos que o universo é um cérebro global ou um computador”, disse o coautor Dmitri Krioukov da Universidade da Califórnia em San Diego, num comunicado de imprensa.

“Mas a descoberta da equivalência entre o crescimento do universo e de redes complexas traz uma forte sugestão que leis similares governam a mecânica desses distintos sistemas complexos”.

Krioukov acredita que esse modelo não é uma coincidência.

“É claro que poderia ser, mas a probabilidade de tal coincidência é extremamente pequena”, disse Krioukov. “Coincidências na física são extremamente raras e quase nunca ocorrem”.

“Sempre haverá uma explicação, que pode não ser imediatamente evidente”.

Os resultados são importantes para a cosmologia e a ciência de redes.

“Essa explicação pode, um dia, levar à descoberta de leis fundamentais em comum onde as duas consequências diferentes ou regimes limitantes são as leis da gravidade (a equação geral da relatividade de Einstein) descrevendo a mecânica do universo, e algumas equações ainda desconhecidas que descrevem a mecânica de redes complexas”, disse a coautora do estudo Marián Boguña da Universidade de Barcelona na Espanha.

As descobertas foram publicadas na Nature’s Scientific Reports dia 16 de novembro.

Extraído do sítio The Epoch Times

MULTIDÕES CELEBRAM A CHEGADA DE 2013 PELO MUNDO

Queima de fogos em Copacabana, no Rio de Janeiro, reune público 2,3 milhões

Multidões se reuniram pelo mundo para celebrar a chegada de 2013. Queima de fogos e shows musicais marcaram as celebrações nas principais capitais.

No Brasil, a maior festa ocorreu no Rio de Janeiro. Segundo autoridades locais, o público que assistiu à queima de fogos na praia de Copacabana bateu um recorde histórico, chegando à marca de 2,3 milhões de pessoas - entre elas cerca de 700 mil turistas.

Cerca de 24 toneladas de fogos de artifício foram lançadas de 11 balsas fundeadas próximo à praia.

Em São Paulo, uma celebração com apresentações musicais teria reunido até 2 milhões na avenida Paulista, segundo organizadores.

Em Londres, cerca de 250 mil pessoas assistiram a um show pirotécnico nas margens do rio Tâmisa, que foi acompanhado pelas badaladas do Big Ben. Multidões também se reuniram na Irlanda do Norte e na Escócia em celebrações tradicionais do Ano Novo.

Em Nova York, nos EUA, milhares de pessoas acompanharam a tradicional contagem regressiva em Times Square e assistiram a uma apresentação do músico coreano Psy - que se tornou sensação da internet em 2012.

Milhares acompanharam queima de fogos tradicional na região portuária de Sydney

Em Sydney, na Austrália, - um dos primeiros países a comemorar o Ano Novo - cerca de 1,5 milhão de pessoas se concentraram na região portuária, próximo à Opera House, para ver a tradicional queima de fogos

Em Hong Honk, cerca de 100 mil pessoas acompanharam a maior queima de fogos já realizada na cidade. O show pirotécnico custou aproximadamente US$ 1,6 milhão (R$ 3,2 milhões).

Na Coreia do Sul, a chegada de 2013 foi comemorada com 33 badaladas de sinos tradicionais. Em Pyongyang, na vizinha Coreia do Norte, também foi realizado um show pirotécnico.

Em Moscou, o clima de festa foi ofuscado pela repressão a um grupo de ao menos 25 pessoas que tentaram protestar contra o presidente Vladimir Putin. A maior festa de Ano Novo ocorreu próximo ao Kremlin.

Em Dubai, uma espetacular queima de fogos com explosões e luzes sincronizadas iluminou o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa.

Em Dubai, queima de fogos ocorre no prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa

Em Roma, o Papa Bento 16 celebrou uma missa na Basílica de São Pedro na qual agradeceu pelo ano de 2012 e comemorou a chegada de 2013. Ele afirmou que apesar de todas as mortes e injustiças "a bondade prevalece".

Em Myanmar, cerca de 90 mil pessoas se reuníram para testemunhar a primeira comemoração de Ano Novo autorizada pelo governo militar em décadas. O país passa por um processo de abertura política.

Na Índia, autoridades do governo e militares cancelaram as principais festas de Ano Novo em respeito à morte no último sábado de uma jovem de 23 anos vítima de um estupro coletivo. O assassinato foi o estopim de um movimento massivo de luta pelos direitos das mulheres.

Extraído do sítio BBC Brasil

MUNDO CELEBRA CHEGADA DE 2013


Cerca de um milhão de pessoas festejaram no Portão de Brandemburgo em Berlim. Sydney, Hong Kong, Londres e Dubai tiveram shows de fogos de artifício, proibidos em Paris. Festas foram canceladas na Índia e na Venezuela.

O ano de 2013 foi festejado com shows de fogos de artifício e grandes festas ao redor do mundo, como em Sydney, Hong Kong e Nova York. Mais de um milhão de pessoas celebraram o Réveillon no Portão de Brandemburgo, em Berlim, de acordo com os organizadores.

Em Sydney, a cantora pop Kylie Minogue deu a largada para o show milionário com sete toneladas de fogos de artifício no porto da cidade. O espetáculo no porto de Hong Kong também não deixou nada a dever à festa australiana.

Outro destaque do Ano Novo foi em Dubai, onde a torre mais alta do mundo, o Burj Khalifa, foi iluminada por uma cascata gigante de fogos e luz. Na fria e chuvosa Londres, também houve uma grande apresentação de fogos de artifício, com a roda gigante London Eye ao fundo.

Edifício mais alto do mundo, Burj Khalifa, foi coberto de luz em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos
Estrelas internacionais em Berlim

Na maior festa da Alemanha, no Portão de Brandemburgo, mais de um milhão de pessoas festejaram com música ao vivo e fogos de artifício a transição para o novo ano. À meia-noite, o céu se iluminou com cerca de dez minutos de fogos. Entre os mais de 260 músicos que se apresentaram, estiveram o grupo pop britânico Pet Shop Boys, a cantora britânica Bonnie Tyler e o cantor alemão Jürgen Drews.

Em Paris, uma multidão se reuniu no centro da cidade, mas foguetes e bombas foram estritamente proibidos. Shows de pirotecnia são proibidos há anos na capital francesa. Neste ano, também não houve, por razões de segurança, show de fogos de artifício na famosa Torre Eiffel.

Crise ofusca festa de espanhóis

Na Espanha, a crise econômica abalou os festejos. A chuva que caiu sobre Madri também colaborou para o clima de desânimo percebido em alguns lugares da capital. Em Nova York, um milhão de espectadores eram esperados nos arredores da Times Square, onde tradicionalmente uma bola gigante desliza à meia-noite em uma haste, indicando o início do novo ano.

Em Roma, o Papa Bento 16 pediu solidariedade para com os pobres durante a missa do Ano-novo na Basílica de São Pedro e pediu que os fiéis façam uma pausa para refletir de tempos em tempos, apesar da vida agitada de todos os dias.

Show de fogos iluminou noite no porto de Hong Kong
Cancelamentos na Índia e Venezuela

Na Venezuela, o concerto de Ano Novo, tradicional em Caracas, foi cancelado depois do anúncio de que o presidente Hugo Chávez teve "novas complicações" após cirurgia por causa de um câncer. O governo apelou aos cidadãos para rezarem pela recuperação do chefe de Estado.

Na Índia, as cerimônias oficiais também foram canceladas após a morte, no sábado, de uma jovem estudante que foi brutalmente estuprada na capital, Nova Déli – crime que abalou o país. Muitas discotecas na capital indiana cancelaram tradicionais festas de Réveillon.

Tragédia entre as comemorações

Durante a festa de Ano-novo na capital da Costa do Marfim, Abidjan, mais de 60 pessoas morreram e outras 200 ficaram feridas, segundo informações da imprensa local. O show de fogos de artifício acabou em uma onda de pânico em massa na maior cidade do país da África Ocidental. Entre os mortos estão muitas crianças e jovens menores de 15 anos. Nesta terça-feira, pais ainda procuravam desesperados pelos filhos desaparecidos. As causas do incidente ainda são desconhecidas.

Na capital da Sérvia, Belgrado, um homem feriu sete pessoas com uma faca durante a celebração do Ano-novo. Segundo a polícia, o agressor pode sofrer de distúrbios mentais. Conforme relatos da mídia, três das sete vítimas tiveram que passar por cirurgia.

Extraído do sítio Deutsche Welle